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terça-feira, 26 de junho de 2018

Avenida dos sonhos

Talvez o sonho morasse naquela via,
aquela avenida de luar impregnada;
a qual assim bem suavemente subia,
como suave resoluta e longa escada.

Talvez todo  sonho lá fosse apenas nada,
fosse  somente  aquilo  que  a rua  vestia;
para mostrar-se brilhantemente dourada,
bastante    feérica   que   a   vista   feria.

Há que admitir que parecia bem formosa,
e   tantas    ilusões   desfilavam  por  ela,
brilhos frementes  naquela luz vaporosa.

Que no  fundo  era apenas uma passarela,
contudo,   vestida  de  maneira  enganosa,
a qual aos onirismos a nossa mente atrela.