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quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Facada que não mata elege


Ilustração da internet

Agora, não existe mídia que não comente,
a  grande  violência  desse   gesto  ignaro;
que por certo qualquer eleitor então sente,
alguns até mesmo num grande desamparo.

O  candidato,  nos   braços  daquela  gente,
num momento de campanha bastante claro;
eis que, atacado talvez, por algum demente,
ou  por  uma  pessoa  sem  nenhum  preparo.

Dizem   seus  eleitores   que  Jair é  decente,
sobre o que, nem  adversários  fazem reparo,
pois nos parece que o candidato não  mente.

Mas, para nós também parece um caso raro,
querendo interromper  carreira a presidente,
eis  que,  acabou  de  eleger  Jair  Bolsonaro!

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Bandido algemado


Há, neste nobre país, surto de justiça
Caça implacável ao ladrão, ao marginal
Pois a República parou de ser submissa
E resolveu levar facínoras pro pau.

Os promotores justos, entram na liça
Com força da nossa legislação total
Pararam com tal enchimento de linguiça
E prenderam o ladravaz Sérgio Cabral.

O qual estava gozando de mordomia
Num presídio, daquele tão belo Estado
Que o tal Pezão a respeito nada dizia.

Já no Paraná deixou de ser engraçado
Parece que o bandido entrou numa fria
Foi pra tosca cela, desta vez algemado.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

À escrotidão sem limites

Facinoroso, comanda o senado
Ilustre Renan Calheiros, bandido
Legalmente na cadeira sentado
Há seu ar de larápio desmedido
O que deseja é Moro enquadrado.

Deve intimidar o judiciário
Aquele político salafrário?

Pois é, o tal safardana quer isso
Um meio de tirar bunda da janela
Tem a postura de honesto postiço
Acossado, a Lei Magna atropela.

Mas este povo continua omisso?
Ou vamos lançá-lo pela janela
Renan, esse correntista suíço.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Onde a canalhice dorme

Ri de escárnio a câmara federal
Porque na madrugada escura e fria
Aprovou um vil projeto do mal
Com pertinaz e dolosa ironia.

Pois ao votar cada bandido ria
Bem desdenhosos, os cara de pau
Para eles corrupção é poesia
Pois são meliantes em alto grau.

Depois, na eleição querem nosso voto
E tendo apadrinhado a corrupção
Cada um pousa de santarrão devoto.

Dizendo-se puro frente ao povão
Vai se achando muito bem na foto
Cagando e andando para a nação.

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Um dia a casa cai


Abdelmassih o monstro da genética
Um Mengele dessa terra de bananas
Médico psicopata sem qualquer ética
Predador que foi amado dos bacanas.
                                                                                                       
Se houver justiça aqui no Pindorama
Mofará no cárcere esse vil meliante
Pois que  seja de cimento sua cama
E que não descanse um só instante.

Que muitos e muitos anos ele viva
Sozinho sem seus filhos e a mulher
E medroso sempre na expectativa
Que alguém o ataque onde estiver.

E que essa existência assim cativa
Não lhe traga paz um minuto sequer.