Soneto-acróstico
E as vezes passeamos pelo passado
Aquela infância de
bolinhas de sabão
Visão de um viver mui
despreocupado
Inclusive falto de maldade no coração.
Deixar que voe sem limites
sua mente
Alcançar os tempos da pura
inocência
Como se vivia sem travões
e contente
Obtendo-se, com o tempo consciência.
Nosso pensamento fugindo,
retrocede
Tenta criar aquilo que não
mais existe
Ignora o presente e à imaginação
cede.
Nunca lembra daquilo que
lhe foi triste
Uma existência só pela
felicidade mede
Acostumar a qualquer tragédia
resiste.