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segunda-feira, 18 de junho de 2018

Na Rússia

Brasucas  e  suíços  prontos  pra batalha,
muito preparados para  aquela  dura  liça;
e cada qual crendo que na hora não falha,
jogando  com  força  tenaz e sem preguiça.

Então, com eles nenhuma  jogada encalha,
pois sabem que não estão assistindo missa;
que   chutando  no  gol  a  rede farfalha,
e quem marca mais golos, vence por justiça.

Eis que, quando naquela rede a bola malha
fortes  paixões  das  torcidas por certo atiça
então,  esperança  nos  torcedores se espalha.

Porque todo  mundo aquela taça  cobiça,
ganha quem não pensa em pedir a toalha,
e acaba que  Brasil não carcou na Suíça,

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Aqui no Patropi

Neste Brasil, um paraíso de quem rapa,
lugar que, vale muito aquele que tem mais;
ladrões de alto coturno se acham os tais,
cada velhaco, da justiça sempre escapa.

Marginal não precisa viver a socapa,
então pode ser até famoso demais;
porque ter dinheiro enobrece marginais,
quando quiser recebe benção do papa.

Mas como pode existir um país assim,
em que muito se rouba e fica numa boa,
enquanto os miseráveis só comem capim?

Este um Patropi que meliante ri a toa,
todo político, mesmo ladrão chinfrim,
na sociedade, é uma figura de proa.

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Terrae Brasilis unida

as, então o sul não é o meu país
E isso mudou, sei, muito tempo atrás
m território só, a constituição o diz
ortanto, este país não se desfaz.

ssim, se cada um quiser o seu naco
Í nfimos pedaços vão-se esfarelar
erá um caos, tudo bem ruim, opaco
É a balbúrdia, cada querendo seu lugar!

O tempo é professor, nos ensina
uito melhor se formos cidadãos
nidos num planeta sem esquina
ada de seccionismo de emoção.

e que serve uma terra pequenina
nde só pode viver se for anão?

domingo, 20 de agosto de 2017

Acróstico

Hoje nasceu na Austrália meu terceiro neto, Blake Alister Lopes, na cidade litorânea de Kiama.

Bem, trata-se de bebezão bem apressado
Logo cedo, conhecer seus pais ele vem
Antes na barriga da Megan acomodado
Kiama, bom lugar pra criar este neném
E um avô babão vai ficar encantado.

Acaba de nascer este baby, então
Leste da Austrália, na cidade praiana
Isto sim é bom! há lagostas de montão
Sendo pescar, um hobby no fim de semana
Tem muito peixe, ostras e algum camarão
E a praia de águas limpas é mui bacana
Resta que seus pais muito felizes estão.

Longe do Canadá, e longe do Brasil
O Blake deverá crescer na Austrália
Por isso terá um diferente perfil
E terá a frente outro tipo de batalha
Será, por certo, um menino bem viril.

domingo, 2 de julho de 2017

Tropical e especial


Esplêndido clima de liberou geral!
Lá nas hostes do nosso Planalto Central
Onde levar mala de grana é normal
Então ladravaz algum jamais vai pro pau.

Todo ladrão foi solto! É sensacional!
Pois é São João, mas parece carnaval
Irmã de senador, primo e o escambau
Apenas de tornozeleira, que legal!

Fazem festa, ninguém é de ferro afinal!
Porque não há pecado em crime estatal
Seja edil, deputado ou senador mau.

A “justiça” insípida, órgão sem sal
Só pune negro, puta, pobre e capiau
Assim o faz até o Supremo Tribunal.

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Retorno

Resta que, por melhor que a viagem esteja
Estando longe de casa surge certa saudade
Têm-se pois que enfrentar volta numa peleja
O cansaço dum longo voo sem comodidade.

Retorna-se a este país tão tumultuado, enfim
Não sendo possível evitar óbvia comparação
O poder público da Austrália não é trampolim
Austeridade é seu lema e trabalho de montão.

Os impostos, que são bem menores que aqui
Bastam para uma ótima prestação de serviço
Real é a excelente qualidade de vida a qual vi
Autoridade com sociedade tem compromisso.

Se um dia o Brasil quiser tomar jeito, percebi
Imite os australianos ser permanecer omisso
Luta e trabalho sério tornarão ótimo o Patropi.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Vendilhando

Num distante país chamado Utopia
Estava capitulado na constituição
Que qualidade de ensino existiria
E povo extasiado louvou a moção

Entretanto há o papel e a realidade
E nem sempre ambos coincidirão
Porque a parsecs da dura verdade
O conteúdo do papel virou palavrão

Escola pública não tinha qualidade
No imenso território é o que se via
Venda do saber grassava a vontade

E vendilhões brindavam com alegria
Nas suas vendinhas por toda cidade
Porque educação virou mercadoria.

terça-feira, 24 de março de 2015

Aqui no Patropi

Ontem vivíamos só de esperança
Brasileiros sonsos amesquinhados
Realmente tratados como crianças
Apenas em campanhas lembrados.

Somente silêncio, da urna emana
Implacável, silêncio de abastança
Logo que eleito, político dá banana
Povo elege à espera de mudança.

República de faz de conta isto sim
Exemplo de país das maracutaias
Condena-se pobre a comer capim
Ignorando, homem público, as vaias.

Salve, salve esse lindo Pindorama
Aonde a Lei de Gérson é adotada
Menos vale realização que a fama
Uns se locupletam e a outros nada.

Dizem-nos que isso muda um dia
Até cremos tal como quem herda
Ricos, felizes e cheios de alegria
Porém continuamos nessa merda.

Assim caminha nossa triste vida,
Rico roubando a comida do pobre
Animado porque ele sabe a saída
Vestindo manto que tudo encobre.

Insisto em dizer, esperança não há
Vejo à nossa frente futuro nenhum
Esperar portanto para ver o que dá
Resulta em volatizar igual ao pum.

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Soneto-acróstico Banana


Conta-se que num país tropical
Onde um jeitinho brasileiro rola
Insiste-se em futebol e carnaval
Só que à miséria não se dá bola.

Acúmulo de roubo na Petrobras
E ninguém ficará preso por isso
Saqueia a nação político sequaz
Continua perdendo povo omisso.

Aqui essa coisa está escabrosa
Beira uma republica de banana
Ri das gentes ladroagem prosa.

O jeitinho brasileiro só engana
Sabe que é maneira enganosa
Achacando em busca de grana.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Justiça?


Meu amigo, no Pindorama é assim
Quando acusado tem muita grana
Haverá gente que gasta seu latim
Defendendo um sujeito tão bacana.

Se for preto, pobre ou prostituta
A cadeia está repleta, veja você
Pois podem até ter boa conduta
Mas foram amaldiçoados com “P”.

Então, não me falem em justiça
Neste Pindorama de faz de conta
Aqui até judiciário tem preguiça
E dedo acusador jamais aponta.

Se tem dinheiro merece missa
Porque aqui ser pobre é afronta.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Aqui no Patropi

Ontem vivíamos só de esperança
Brasileiros sonsos amesquinhados
Realmente tratados como crianças
Apenas em campanhas lembrados.

Somente silêncio da urna emana
Implacável silêncio de abastança
Logo que eleito político dá banana
Povo elege a espera de mudança.

República de faz de conta isto sim
Exemplo de país das maracutaias
Condena-se pobre a comer capim
Ignorando homem público as vaias.

Salve, salve esse lindo pindorama
Aonde a Lei de Gérson é adotada
Menos vale realização que a fama
Uns se locupletam e a outros nada.

Dizem-nos que isso muda um dia
Até cremos tal como quem herda
Ricos, felizes e cheios de alegria
Porém continuamos nessa merda.

Assim caminha nossa triste vida,
Rico roubando a comida do pobre
Animado porque ele sabe a saída
Vestindo manto que tudo encobre.

Insisto em dizer, esperança não há
Vejo à nossa frente futuro nenhum
Esperar portanto para ver o que dá
Resulta em volatizar igual ao pum.

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

A vida é bela!

Num lugar esconso muito distante
Existe país dum povinho inzoneiro
Onde poucos são gente importante
E maioria nem sequer tem dinheiro.

Mas, no planalto central dessa ilha
Políticos se locupletam o dia inteiro
Na terra/fantasia de nome Brasília
Climazinho corrupto bem maneiro.

Mas vai haver futebol nessa terra
Então deixa de ser encrenqueiro
E procure não iniciar uma guerra

Por que não há lugar prá vespeiro
Pois neste país que o povo se ferra
Há sempre o tal jeitinho brasileiro.

domingo, 13 de julho de 2014

Finis


Ausência de jogo, marca da seleção,
Sete a um mostrava no terrível placar
Com Alemanha mandando um bolão
E milionários craques sem nada jogar.

Agora o argentino perde pro alemão
Com resultado impecável, patibular
Germano merecendo ser campeão
Então pra Europa o caneco irá levar.

Será importante para nós se alegrar
Por fim encaremos a extrema unção
Depois da Holanda do Brasil ganhar.

E fiquemos agradecidos de montão
Porque essa merda de terceiro lugar
É apenas um prêmio de consolação.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

A vida é bela!


Num lugar esconso muito distante
Existe país dum povinho inzoneiro
Onde poucos são gente importante
E maioria nem sequer tem dinheiro.

Mas, no planalto central dessa ilha
Políticos se locupletam o dia inteiro
Na terra/fantasia de nome Brasília
Climazinho corrupto bem maneiro.

Mas vai haver futebol nessa terra
Então deixa de ser encrenqueiro
E procure não iniciar uma guerra

Por que não há lugar prá vespeiro
Pois neste país que o povo se ferra
Há sempre o tal jeitinho brasileiro.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Futebol



BRASIL, IL, IL, IL,

Anunciamos copa de futebol para o ano
Agora estádios lotados como não se via
Entretanto toda vez que levanta o pano
Entre rivais torcidas maior pancadaria

Porquanto o que nos falta é competência
Pois tudo que fazemos é mais-ou-menos
Ao futebol mundial dá-lhe muita paciência
Que nossos maiores feitos são pequenos

No concerto das nações um lugar ao sol
Essa é a meta de politiqueiro chinfrim
Vamos enganar esse povo com o futebol

E com isso levantar muita grana por fim
Contudo, se essa gente tiver semancol
Na próxima eleição não vai ficar assim.

quarta-feira, 6 de março de 2013

quarta-feira, 7 de março de 2012

Hai kai justiça



Brasil
A nossa justiça*
$$$$$$$$$$$$$$$$
Não vale a liça.
*A garota pobre foi morta por um Jet $ki de gente rica e o delegado não indi$$iou ninguém.