Me vejo o menino tolo de outrora,
que cria em duende e feiticeira;
era quando brincava a qualquer hora,
gozando a vida na minha Palmeira.
Gostava de ver no campo as flores,
inocência e bucolismo um quanto;
a que lembrar infância sem dores,
e o mundo lá fora verdadeiro espanto.
Uma Palmeira dos meus verdes anos,
ou criação duma mente saudosa,
a qual constrói fantasias e enganos?
Palmeira, a enxergo mui carinhosa,
nos acolhedores espaços urbanos,
Cidade Clima, imponente e formosa.
