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sábado, 31 de outubro de 2015

Poesia é cura


Ela, filha bastarda da literatura
Érato acode seres de alma pura
Longevo poema voa sobre eras
E você o compõe como quisera.

Quando o poeta o diz, está dito
Pois onirismo não gera conflito
Poesia, essa febre intermitente
Cordão umbilical que une gente

Pergunto, como o mundo seria
Sem os poetas, sem sua poesia
Talvez esse feliz enlaçamento

Compulse uma busca partilhada
Nos vetando que efeito manada
Conduza ao desumano desalento.

domingo, 18 de outubro de 2015

18 de Outubro

Épicos tempos, Hipócrates primeiro
Depois Paracelso, Avicena e demais
Intensa busca de socorrer por inteiro
Avançar contra doenças antes fatais.

Deixou o esculápio de ser curandeiro
Ousou abandonar as mezinhas e sais
Sofisticou-se no tratamento verdadeiro
Medicina tem procedimentos especiais.

É fator de longevidade do ser humano
Dedicada a tratamento de fatal doença
Investiga e trata os males a todo pano
Com recursos além do que se pensa.

O médico poderá ser bom samaritano
Sabe tratar e, por isso, faz a diferença.

sexta-feira, 31 de julho de 2015

À cura

Soneto-acróstico 

Funesta teia de células rebeladas
Onde massiva nocividade grassa
Roendo organismo pelas beiradas
Anuncia destruição e a desgraça

Caranguejo de gadanhas afiadas,
Agressivas cujo ataque não passa
Resisto às investidas malfadadas
Assim como mal que você abraça.

Não caio nas suas garras, maldito
Garanto que não vai existir porquê
Uma doença tão fatal não admito.

Então se suas maldades não se vê
Jungi seus malefícios, mais seu fito
O meu corpo não é repasto pra você.