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sábado, 4 de julho de 2015

O exame


Mais de quarenta determina o ensejo
De cheque na saúde nesta ocasião
De bunda prá cima na maca me vejo
Um exame na próstata, esta a razão.

Na sala adentra um médico gigante
Grossos dedos numa mão enorme
Esfíncter se torna medroso gritante
Existe no ar medo que o transtorne.

Usar como entrada o que é saída?
Aquele dedo deflorou meu traseiro
E minha bunda ficou toda dolorida,
Em fogo queimando como braseiro.

Agora o que eu faço da minha vida?
Dei a bunda e nem ganhei dinheiro!

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

O exame


Há muito um exame se impunha
Porque recomendava sua idade
Levar o dedo com aparada unha
No virgem reto em profundidade.

Resignado, procurou um doutor
Pra sua velha próstata examinar.
Você não vai sentir alguma dor,
Quando o seu esfíncter relaxar”.

Deitou-se na maca, ficou quedo
Numa mansidão frouxa profunda
Mas ao ver aquele imenso dedo
Ficou sua cabeça em barafunda,

E acometeu-lhe um justo medo
Daquilo deflorar sua bela bunda.