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quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Que bicho sou eu?


Vivo em comunidade bem organizada
Pertenço a uma espécie muito antiga
Tão pequena sou que pareço um nada
Até a tola humanidade me diz inimiga.

Porém nunca me aborrece essa parada
Porque inseto que vive tão bem não liga
Para essa humanidade tão mal amada
A qual parece ter sempre dor de barriga.

Sou inseto, não como a cigarra falada
Aliás, sequer sei solfejar mera cantiga
Só trabalho, jamais saí para a noitada.

Sequer ligo para o que de mim se diga
Vou tranquila cumprindo minha jornada
Afinal sou a indestrutível e leal formiga.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Soneto-acróstico

O bolo

Outro dia, um feriado ensolarado
Talvez o mais belo e convidativo
Apenas cesta e crianças ao lado
Lá fomos ao convescote atrativo.

Pois mal chegávamos na grama
Imensidão de formigas também
Que, é claro, a gente não chama
Uma ilustre cara de pau elas têm.

E o trabalhoso bolo formigueiro
Não prestou nem para começo
Incontinenti comeram-no inteiro.

Que pra elas bolo não tem preço
Um pouco desse jeitinho matreiro
E da guloseima não fica o avesso.

quarta-feira, 5 de março de 2014

domingo, 6 de outubro de 2013

Limerique



Criou-nos a sua imagem há quem diga
Essa arrogância realmente me intriga
Se todos somos animais
Por suposto então iguais
Por que deus não tem cara de formiga?

domingo, 12 de fevereiro de 2012

domingo, 5 de fevereiro de 2012