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segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Dia

A noite taciturna deu as caras
Com fisionomia bastante fria
E suas intenções não estão claras
Ante esse quadro tudo se admitia.

Poucas estrelas, na verdade raras.
Mesmo a lua grande esforço fazia
Para alumiar distantes searas
Encoberta trás de nuvem sombria.

E quando o sol desfez esta agonia
O dia nascente veio se abrindo
Então fez-se luz, o mundo existia!

Era o renascer de um dia lindo
Que com a noite terçara porfia
E pela humanidade tão bem vindo.

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Ócio

Permaneço deitado na minha cama
Mas nem ligo se lá fora é dia
Pois talvez seja uma manhã fria
Que tristeza nas pessoas derrama.

Mesmo sabendo que esta vida clama
Pra sociedade que ache harmonia
Perpassa-me certa melancolia,
Que vai se queimando em lenta chama.

O dia? pouco importa se quero vê-lo
Porque tem a indiferença do gelo
E coisas mais úteis para fazer.

Afinal, assim quebra-se o encanto
Aqui deixa-me tranquilo um tanto
Preguiçoso curtindo este meu lazer.

sábado, 25 de novembro de 2017

O frio vem para todos



Aves são animais de sangue quente,
Assim, mantêm sua temperatura
Independente do clima, do ambiente.
É por isso que uma às outras procura
Então, nenhuma do frio se ressente.

Pois esse trabalhar em conjunto,
Contra a inclemência do clima frio.
Porquanto essas aves, eu pergunto:
Encolhidas, lado a lado sem um pio
Entendem elas do gelado assunto?

domingo, 18 de junho de 2017

Frio

Nesta temperatura que causa arrepio
Seja de madrugada ou a qualquer hora
Aquele que comanda esse tempo, o frio
Imperando do anoitecer até a aurora.

No quentinho das cobertas até sorrio
Não abandono a minha cama por ora
Talvez, apenas quando surgir um estio
Porque, quem abandona sua cama, chora.

É preciso sair da cama, mas não tanto
Pois optar por em casa no ócio me assiste
Então vou deixando a coisa rolar, portanto

É o tal inverno mantendo o poder em riste
O qual entendo deve ter algum quebranto
Mas, sinceramente, isso me deixa triste.

domingo, 28 de maio de 2017

Dias de outono

Desde a noite inteira continua chovendo
E senti esta chuva chata ainda dormindo
Neste momento, lá fora ela está caindo
Enquanto este soneto, eu vou aqui escrevendo.

Pra mim, chuva, bem inoportuna está sendo
Com este molhado domingo quase findo
Monótono, minhas pálpebras já caindo
Num desesperançado cansaço tremendo.

Bem, graças à chuva estes versos eu os faço
Símbolos do pico deste molhado outono
O qual pede cobertor quente e um abraço.

A estação, contudo, convida a um bom sono
Para deletar do corpo o velho cansaço
Então, deixar-se levar por lasso abandono.

quinta-feira, 21 de julho de 2016

A fúria dos elementos

E o tempo se apresenta com fúria,
Xucro, violento, bravo e rompante.
Talvez resultado de nossa incúria
Refletindo nossa conduta pedante.

Extremos nos acometem de clima
Mais frio, seca ou calor a cada dia
O pior dos resultados nos colima
Sendo réus/algozes dessa avessia.

Contudo não nos tocamos, parece
Levamos irresponsabilidade na boa
Indiferentes ao resultado que viesse.

Mas enquanto nosso tempo escoa
A fúria desse mau tempo acontece
Sair pela rua? somente de canoa.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Frio é foda!

Até os ossos doem agora de tardinha
A idade somando-se ao frio: cansaços
É cruel a idade, o inverno se avizinha
Não vou acolher a geada nos braços.

Frio era benvindo se pouca idade tinha
Agora, francamente, afetos são lassos
E, para aquecer, edredons e abraços
Nada igual uma cama bem quentinha!

Durante o dia um bom capote e touca
Tomar chimarrão por qualquer ensejo
Então, até rio daquele que ri de mim.

Pois a saudade do verão não é pouca
E fazer qualquer atividade não desejo
Ver tevê tomando chazinho de jasmim.

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Gelado

Daqui nada enxergo lá na praça
Não por causa de certa miopia
É o frio que embaçou a vidraça
De modo que nada mais se via.

O frio me atravessa a espinha
Enregelando todos, arrogante
Que nessa madrugada tinha
Um gelar terrível, deselegante

Minha mente se sentiu gelada
Com calor tão distante assim
Um raio de sol é apenas nada

Que não aquece o meio e fim
E permaneço na noite calada
Que não está nem aí pra mim.

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Frio

Pois alguns me dizem um louco puntual
Que vez ou outra surta, vertido em sanha
Maluco de pedra que não se acha igual
Nem no chão nem no alto da montanha.

Muitas vezes não pareço um cara legal
Porque não rezo pela cartilha estranha
Mas de moça casadoira sou partido ideal
Porém como minha escolha é tamanha

Veja bem, não sou indiferente a paixões
E nunca vivo alheio a toda essa gente
Meus sentimentos as vezes são vulcões

Que mesmo esse frio gelo fazem quente,
Pedindo que não julguem minhas ações
Pela idade do gelo que vem pela frente.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Frio é para todos


Hoje o frio acordou nossa manhã
Do sul um gelado vento assobia
Tomara que seja uma febre terçã
Como há muito tempo não se via.

Multidão encasaca pela avenida
Agasalhada pensando num café
Talvez esse inverno seja a saída
Pra quem pode daqui dar no pé.

Mas o frio não é um bicho papão
É do calor o fator complementar
É frio no inverno e calor no verão
Numa alternidade assaz regular.

E vamos todos curtir o frio então
Porque esse verão será canicular.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Frio


Pois alguns me dizem um louco puntual
Que vez ou outra surta, vertido em sanha
Maluco de pedra que não se acha igual
Nem no chão nem no alto da montanha.

Porque não rezo pela cartilha estranha
Muitas vezes não pareço um cara legal
Porém como minha escolha é tamanha
Mas de moça casadoira sou partido ideal

Veja bem, não sou indiferente a paixões
E nunca vivo alheio a toda essa gente
Meus sentimentos as vezes são vulcões

Que mesmo esse frio gelo fazem quente,
Pedindo que não julguem minhas ações
Pela idade do gelo que vem pela frente.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012