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domingo, 1 de julho de 2018

Os Lusíadas


O lusitano arou o oceano profusamente,
baniu limites enquanto este mar trilhava;
renhido marinheiro, por tudo passava,
intenso na busca, aos males indiferente.

Ganhou fama de ser destemido e valente,
aportando em terras ocultas que buscava;
do que fugia quando oceano o chamava,
o que passava no sonho daquela mente?

Pois cogitar sobre o luso, com certeza erro,
o que se afirma é que ele estava buscando,
com muita bravura e persistência de ferro.

Impávidos, lusos não escolhiam quando,
se ouviria: Terra a vista! Aquele seu berro,
que mantinha nas veias o sangue pulsando.

terça-feira, 19 de abril de 2016

19/04 dia do índio



Da Europa chegou ávido, o lusitano:
Ilha de Santa Cruz, olha, desabitada!
Aqui vivia o silvícola um ser humano
Desprezado pelo branco como nada.

O dia de hoje tenta desfazer injustiça
Sentida por quem cá sempre morou
Ímpio luso somente rezou sua missa
Nada trouxe, daqui quase tudo levou.

Dos índios tiraram a cultura e a terra
Indefeso e triste o natural agora está
O mandrião luso lhe declarou guerra
Somente índio perdido, no mundo há.