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sábado, 16 de abril de 2016

Bichos australianos

Rato marsupial

Realmente, pequeno rato pareço
A explicar, sequer sou placentário
Ter rabo de cavalo tem seu preço
O que me torna ser extraordinário.

Mas não digam que sou bichinho
Alimento-me de répteis e insetos
Radical, pois só vivo bem sozinho
Se tenho filhos fico mais inquieto.

Uma vida matreira, pois sou presa
Pulo como canguru e muito corro
Instinto aguçado é a minha defesa
Assim, não vivo pedindo socorro
Levo vida tranquila com destreza.

quarta-feira, 30 de março de 2016

Que bicho sou eu?


Sou da Oceania e um animal astuto
Tenho cara de cãozinho, jeito de lulu
Nas olimpíadas dos saltos, absoluto
Só vegetais como, mas não bambu.

Pradarias da Austrália, meu reduto
Porém não entro em buraco de tatu
Tenho orelhas grandes, longe escuto
Minha bolsa sem grife é o maior su.

O filho na bolsa num lugar impoluto
Preservado como em inviolável baú
Quando chora seus lamentos escuto.

Dos bichos monotremados sou guru
Da seleção natural, o melhor produto
Não adivinhou? sou o icônico canguru.

terça-feira, 29 de março de 2016

Bichos australianos

Equidna


Eu posso parecer um pequeno ouriço
Que possui um focinho pontudo e fino
Um mamífero marsupial, saiba disso
Inclusive ponho ovos, é o meu destino
Diante das minhocas não sou omisso
Na terra as procuro, até quanto atino
Assim, minha vida sem compromisso.

sábado, 19 de março de 2016

Bichos australianos

Diabo da Tasmânia


Dizem que um feroz animal pareço
Isso apenas enganosa propaganda
Aqui na selva mansidão tem preço
Bastante berro ou a coisa desanda.

Os berros que faço têm endereço
Digo com eles quem é que manda
Aqui este carrascal é bem espesso
Tem correndo, até bicho que anda.

A Tasmânia minha linda terra natal
Seria deserta sem minha presença
Meus irmãos e eu fazemos carnaval
Âmago da mata não há o que vença.

Nada aqui simplesmente é, por sinal
Insisto que ser mole é fatal sentença
A vida de um predador não é mingau.

sexta-feira, 18 de março de 2016

Bichos australianos

Coala

Com cara de urso de brinquedo
O que em nós o sorriso desperta
Assim quietinho não mete medo
Lento e macio, é tímido na certa
Apenas come nos olhando quedo.

quinta-feira, 17 de março de 2016

Bichos australianos

Mamãe possum com filhos aboletados nas costas

Parecido com gambá, da mesma família
Oportunista, contudo cuido bem da prole
Sou marsupial, e destes persigo a trilha
Sendo que minha existência não é mole
Uma vida tranquila só com muita vigília
Mas com minha esperteza, vai que cole!

terça-feira, 15 de março de 2016

Bichos australianos

Coala

Colado no eucalipto, no galho
Observo a volta e me alimento
Assim não perturbo e não falho
Longe do chão, junto ao vento
Aqui a vida não me dá trabalho.

segunda-feira, 14 de março de 2016

Bichos australianos

Cacatua

Com raríssima arara me pareço
Aqui na Austrália os ares domino
Cedo, em bandos vivo e cresço
Anuncio chegada com desafino
Tenho a reputação que mereço
Uma beleza que sela o destino
Assim ser bonita tem seu preço.

sábado, 12 de março de 2016

Bichos australianos

Cangurus, mãe e filhote

Como apenas folhas, sou vegetariano
Ando aos saltos em bandos enormes
Na barriga o filho, pois esse é o plano
Garanto que tudo está nos conformes
Um dia quente não preciso de abano
Reduzo a viver enquanto você dorme
Um animado saltitar é o meu cotidiano.

sexta-feira, 11 de março de 2016

Bichos australianos

Ornitorrinco

Ousam dizer que sou bicho estranho
Repilo esta tão difamatória acusação
Não referem a meu pequeno tamanho
Insinuam que colocar ovo é aberração
Também tenho até bico, igual um pato
Ouso ser um mamífero monotremado
Riachos são melhor ambiente de fato
Recolho e como camarão desavisado.
Indene ao que tramitam por aí de mim
Não gosto de lugar cheio de pessoas
Consigo viver melhor escondido assim
Os meus filhotes protegidos numa boa.

segunda-feira, 7 de março de 2016

Que bicho sou eu?

Focinho de porco, a nada assemelho
Sou bonzinho, não gosto de combate
Minha perna curta, quase só joelho
Em geral, não há quem me maltrate.

Sou bonito mas não tenho espelho,
Família de marsupial que nem late
E que anda solitário, sem grupelho
Me alimento de cenouras e tomate.

Meu pelo escuro, mais pro vermelho.
A ponta do focinho é meio escarlate
Moderado, sei onde meto o bedelho.

Só acasalo quando vontade me bate
Afinal sigo só meu próprio conselho
Porquanto sou o discreto wombate.

domingo, 6 de março de 2016

Que bicho sou eu?


Com cara de ursinho, jeito de preguiça
Quando me conhecem toda gente fala
E sou o mais bonzinho, faça-se justiça
Meu filho pequeno o meu dorso escala.

Folha de eucalipto, prá mim é hortaliça
Gostosa guloseima, minha língua estala
Então sem concorrentes, não tenho liça
Na minha bolsa meu filhinho se embala.

Não venha com ordenadas e mantissa
Porque essa complicação não me abala
Sequer tenho formação, mesmo castiça
Pois jamais frequentei escolas em sala.

Não me pareço a criatura assustadiça
Porquanto sou: o imperturbável coala.