Mostrando postagens com marcador Mente. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mente. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 18 de maio de 2018

Lucidez

 As vezes, esta minha mente errante,
que frequenta livraria e não bares;
se perde pelos pelágicos mares,
de translúcidas sereias cantantes.

Mas, vejamos, sou apenas figurante,
o qual observa a verdade nos ares;
aves com seus argentinos cantares,
e astro-rei com seu brilho cintilante.

Transcendência disso me deixa aflito,
porquanto tudo mostra a claridade,
aquilo que no esconso está escrito.

Avassaladora essa imensidade,
porquanto algo que tange o infinito,
alcançando as raias da eternidade.

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

E la mente va...

A mente do bardo, não satisfeita
Deseja ampla visão planeta a fora
Para tanto está sempre a espreita
Em qualquer época, a qualquer hora.

Se vê algo novo, faz sua colheita
Assim, desde a noite até a  aurora
E, com o que descobre, se deleita
Seja num longo prazo, seja agora.

A mente do bardo a garimpar ouro
Não julga, sequer enxerga desdouro
Nos tantos eventos vis deste mundo.

Em si, nada considera surpresa
Seguidor radical da natureza
Tudo lhe é normal e muito fecundo.

sábado, 23 de dezembro de 2017

Minha mente

As vezes minha mente vaga fora
E vai, calma, batendo suas asas
Por sobre florestas, rios e casas
Contemplando a beleza da aurora.

Mas há momentos como este agora
Que pedem tão somente reflexão
De parar quedo com os pés no chão
Lembrando outros eventos de outrora.

Muitas vezes minha mente vai embora
E não chego a nenhuma conclusão
Porquanto prá lá onde foi se demora
Que faço? Eu pergunto então.

Pois é carinha, nada faça por ora
Porque tua mente sempre tem razão!

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Segue a vida...

Minha mente aguda como gazua
Penetra sonhos em busca de luzes
Então, segue amoque, nunca recua,
Vai violando muros como obuzes.

Batalhando pelo texto perfeito
Embrenho-me de músculos e ossos
Buscando sentido até em destroços
Sem pré julgamento, sem preconceito.

E tenho satisfação pelo esforço
Trazendo alguma conquista no dorso
É porque, perder todas não se pode.

Porém, um dia ganha quem batalha
E deixa para trás algum canalha
Que não respeita meu fio de bigode.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Meu cérebro


Nesta mente, sinapses peregrinas
De minhas volutas encaracoladas
Massa encefálica desmemoriada
Dum cérebro como a subir colinas.

Ah! aquelas lembranças matutinas
Vindas de recordações esticadas
Misto de coisas nenhumas e nadas
Insalubres como áridas salinas.

E não existe pensamento ingente
Que ocupe plenitude desta mente
Numa conspiração, assim, genial.

Elevada de maneira admirável
Mostrando este cérebro saudável
Que eu gostaria de ter, afinal.

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

O pensamento

Algo flamejante, como um pulsar
Sinapses insanas, boom de ideias
Umas recicladas. Outras? Estreias!
Fluxo contínuo, um nunca parar.

Cataclismo orgânico, tal vulcão
Um moto perene dentro da mente
Parece ser convulsão permanente
A qual, certamente, não dorme não.

Evento maior, criador de mundos
E transforma tudo em poucos segundos
Alterando o material e a história.

Sem ele no planeta nada acontece
Pode ser considerar uma messe
Para horror, para nada, para glória.

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Pensamento

Meu pensamento se vê penetrando
Numa matéria compacta como aço
Ou mesmo vaga por imenso espaço
Sem atinar o porquê e desde quando.

O pensamento poderá ser brando
De contorno vago e muito escasso
Porém com ele o caminho eu traço
E linhas do tempo vou costurando.

Contudo a imaginação é etérea
É feita de figuras transparentes
Sem peso e conteúdo, nada séria.

Plasma que não vês, então não sentes
É como fosse frouxa anti-matéria
Nascida no íntimo de nossas mentes.     

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

A mente

Extremamente poderosas, nossas mentes
E sequer sei quanto ocupo do cérebro meu
Mas, se não muito inteligente tu te sentes
Como funciona a mente, não entendeu.

Pois a mente se expande quando mais usada    
Portanto o ócio jamais lhe cairá bem
Um cérebro não estimulado nem nada
Regride porque a inação não lhe convém.

Então, amigo, pense e crescerá, acredito
Teu cérebro e mente não serão desleais
Pois isto está escrito em pedra de granito.

Vai exercitando a cabeça cada vez mais
E não importa como e nem sequer qual fito
Você terá a mente tal qual aos demais.

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Pensar

Se o desafio é pensar eu não resisto
A lucubração, nesta mente não se queda
Se há opção, então eu penso, logo existo
Porque pensar é os dois lados da moeda.

Pense e não exista, é pensar sem sentido
Tal como uma palha escondida na meda
Pensamento pode ser um elo perdido
Que seu lato cérebro um dia hospeda.

A mente, talvez, espécie de carruagem
É justo que pensamentos nela viajem
Espalhando, pelo planeta, sapiência.

Porque toda criação veio duma ideia
Que é remédio universal, panaceia
Que construiu, das pirâmides à ciência.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Prisão

Barras de ferro prendem a matéria
Mas pro espaço sideral voa mente
Somente o corpo sofre essa miséria
Porque o livre espírito nada sente

Pensa prender ideias o verdugo
Porém estas desconhecem correntes
E não se submetem a qualquer jugo
São libertas, de submissões ausentes.

Ideias, seres muito interessantes
Depois de nascidas nunca têm dono
Somadas que são a ideias de antes

Não procuram fama, nem sequer trono
Sejam elas pequenas ou brilhantes
E se você as tem, não perca seu sono.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Soneto-acróstico Mente que mente

Se a mente mente a si tão somente
Onde vamos parar com essa mentira?
Mentes que se mentem são semente
Espelhadas numa mente que expira?

Nunca mente uma mente verdadeira
Toda mente que mentira experimente
Está socialmente fazendo brincadeira
Só mente mente pra si, não pra gente.

Então simplesmente entenda assim
Mente que que mente está contente
E mentir, sente, não lhe foi tão ruim.

Numa mente, a mentira proponente
Também pode então parecer um fim
Enquanto indiferente não se ressente.

terça-feira, 22 de julho de 2014

Prisão

Barras de ferro prendem a matéria
Mas pro espaço sideral voa a mente
Somente corpo sofre essa miséria
Porque o livre espírito nada sente.

Pensa aprisionar ideias o verdugo
Mas estas desconhecem correntes
Não se sentem sob qualquer jugo
Não existem no interior das gentes.

Ideias, seres muito interessantes
Depois de nascidas não têm dono
Aditadas a outras que vieram antes.

Não buscam fama nem sequer trono
Sejam elas pequeninas ou brilhantes
E se você as tem, não perca o sono.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

sábado, 26 de maio de 2012

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

sexta-feira, 18 de novembro de 2011