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segunda-feira, 30 de maio de 2016

A merda continua

De Brasília emana formidável cheiro,
Lá onde o maldito caldeirão cozinha,
Não se sabe se da privada ele vinha,
Entretanto, embostece o país inteiro.

Tornou-se esta nação fedido bosteiro,
Que duma fatal catástrofe se avizinha
Entre merda e o político não há linha,
Mas um entrelaçamento verdadeiro.

Brazucas no exterior envergonhados,
Aos estrangeiros não têm explicação,
Por essa cagada em todos os lados.

Se bosta fosse bala e político canhão,
Garanto-lhes, eleitores acomodados,
A bem da pátria faríamos a revolução.

domingo, 12 de abril de 2015

Cagando e andando

Cagar desse universo é a suprema lei
Caga o papa, a Dilma, e cagou Maria
Confesso, na rua um dia eu me caguei
Lambuzando as pernas, e como fedia.

Dizem, só o bicho carrapato não caga
Porquanto lhe falta o necessário fiofó
Imagine do ser humano essa bela saga
Comendo, tripas entupidas de dar dó.

Quer natureza que homem cagão seja
Independente do que gostar de comer
Podendo comer feijoada e beber cerveja.

Nossa bosta é ente humano no vir a ser
Dela viemos e a ela voltamos, pois veja!
Cada troço um ser humano deve conter.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

À cagada

Porquanto fazer merda é o justo direito
Desde que, justamente, seja bem feito
Soltar o barro no ventilador é, portanto
Dever de quem está injuriado um tanto.

Porque direito de bostear não se herda
Se você encontra-se irado, jogue merda
Ao cagar sua defecação vira um artefato
Que perdido estaria se ficasse no mato.

Chateado, cague e coloque no ventilador
Seja em privado, em público ou onde for
Tudo de bom encontre nessa caminhada.

Sentindo que amenizará a estranha dor
Não permaneça pois parado, em estupor
Distribua com toda grandeza sua cagada.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Quando o homem faz merda


O bicho homem teima em intervenções
Que acabam em desastre comumente
Sem teimosia, estultice e burras ações
A natureza seguiria seu curso à frente.

A evolução darwiniana sempre perfeita
Põe cada ser do Planeta em seu nicho
Portanto é claríssima a natural receita
Tudo em seu lugar seja planta ou bicho.

Mas o Homo sapiens perfeito trapalhão
Vendo-se esperto, as cartas embaralha
Redistribui os seres na maior confusão
E depois de fazer a caca joga a toalha.

Quem paga conta é a próxima geração
Quando a natureza perder essa batalha.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Cagando e andando



Vamos que longe da privada te aches
E nesse momento tua barriga te doa
Melhor que nalguma moita te agaches
Que, apurado, procurando fiques à toa

Vamos que te cagues apesar de tudo
E que te aches no meio duma avenida
Será melhor fingir-te de surdo-mudo
Que a todos afirmar que fora comida.

Vamos que rescenda cheiro de bosta
E tu não saibas onde tua cara colocar
Lembre que do cheiro ninguém gosta
Então finjas de louco te pondo a cantar.

Não existe como ganhar essa aposta
Melhor mesmo será jamais se cagar.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Limerique escatológico



Se dizem que cagar não dói eu nego
Porque só não vê isso perfeito cego
Pois coma um arame
E sem qualquer exame
No vaso tente produzir um prego.