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segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Sonhar

Soneto-acróstico

Se nossa vida apenas branco e preto fosse
Os monótonos dias seriam um pé no saco
Nela deve haver amargor, azedume e doce
Havendo para todos nós viventes, um naco

Assim se vida charmosa não nos foi doada
Recusar vivê-la nem chega a ser uma opção
É nessa hora que devemos sonhar por nada
Produzindo a própria realidade, porque não?

Rei, rainha ou o general que ganha a batalha
Eu sou isso ou sou aquilo, não me interessa
Continua a sonhar pois onirismo nunca falha.

Indo pois por essa vida pequena sem pressa
Sou feliz porque mediocridade não atrapalha
O meu sonhar me faz alegre e é bom à beça.