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sábado, 15 de agosto de 2015

O pântano


Podemos olhar esse pântano estranho
De grandioso mistério quase absoluto
Onde nem mesmo meus pés eu banho
Mas no qual a voz da natureza escuto,

Nele, animálculos de pequeno tamanho
Que podem deixar uma família em luto
Mesmo dizimar pra sempre um rebanho
Tal o seu veneno peçonhento e bruto.

Contudo não existe reparo que se faça,
A natureza compõe certas coisas assim:
Há a vítima incauta e predador que laça.

Portanto, jamais vou teme-lo por mim
Porque natureza morta não tem graça
Pois sem vida o universo seria chinfrim.