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sábado, 30 de junho de 2018

Minha floresta


Ah! minha floresta ombrófila, tão sombria,
que, por partes, sucumbiu ao maldito machado;
sem que se ouvisse nenhum reclamo, um brado,
que nós a percorríamos quase em ramaria.

Catávamos os pinhões da araucária sadia,
na floresta que orlava nosso povoado;
sob aquele dossel refrescante e fechado,
enquanto cada árvore para nós sorria.

Agora já não és como fora: sonora,
porquanto sumiram todos os passarinhos,
então tornou-se muito triste a tua aurora.

Lembro dos filhotes piando em seus ninhos,
aquele canto que melodioso de outrora,
que, por certo seguiram por outros caminhos.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Que bicho sou eu?

Daquela música, sou autor de sinfonia
Fazer algazarra em bando, meu normal
Antigamente apenas na Europa eu vivia
Depois, importado pro país do carnaval.

Pois aqui, lavrador na lavoura me queria
Pra acabar com pragas, mandar pro pau
Mas se assim tivesse sido, que bom seria
Tal homem do campo estaria feliz, afinal.

Contudo, ao campo não trouxe alegria
Me alimento somente de grão de cereal
E com agricultura não estou em sintonia.

Sou barulhento e comilão num alto grau
E espalho minhas penas durante o dia
Todo mundo me conhece, sou o pardal.

sábado, 2 de junho de 2012

sábado, 24 de dezembro de 2011