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terça-feira, 18 de agosto de 2015

Besteirol

Soneto-acróstico

Por poeteiro pretendo pois passar
Obter ótimos ósculos obnubilados
E especialmente entre eles estar
Tendo todos os talentosos tocados.

Assim altruísta atávico e altaneiro
Nadar nas nuvens nítidas naturais
Devendo destinar durável dinheiro
Ovacionar opúsculos óbvios ovais.

Verbalizar a vil vontade verdadeira
Enquanto estiver esperando então
Realizar razia robusta na ratoeira

Sem sinistrose nem sob submissão
Ouvir outro obreiro ou outra obreira
Só se seus sistemas sísmicos são.

terça-feira, 14 de julho de 2015

Poetando


Poeteiro sou, aquela Musa não tenho
Também qualquer inspiração sublime
Nem posso dizer porque aqui venho
Não consigo explicar o que me anime,

Contudo coloco palavras com engenho
E não existe problemática que me intime
No teclado fecho os olhos e cerro cenho
Buscando um alumbramento até sublime.

E fiel a minha escolha continuo a escrita
Mesmo que investindo contra um muro
Escrevo pois, o que minha emoção dita.

Não importa se o que digo é muito duro
E então algum poeta inspirado me evita
Penso apenas continuar o poeteiro puro.

domingo, 31 de maio de 2015

Acróstico

Ao poeteiro

Quando versar certa rima me acode
Uma espécie de falso alumbramento
Realmente produzo uma simples ode
Então parecer um poeteiro aqui tento.

Respiro atmosfera dos veros poetas
Sigo escolhendo as palavras certeiras
Enquanto no caminho sigo as setas
Resolvido compor a minha maneira.

Poetas são criadores mais maneiros
Onde estiver a musa poetas lá estão
Eles sequer parecem com poeteiros
Tem neste vil mundo alguma missão.

E poeteiros somos imitadores apenas
Inclinados a querer serem iguais vates
Rimas e métricas deles são pequenas
Ou nunca conseguem bons arremates.