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sexta-feira, 8 de junho de 2018

Lá no planalto central

A pergunta que se impõe: roubos até quando?
com bandidos andando em plena luz do dia;
fazendo do Congresso uma casa de orgia,
enquanto a grana das “comissões” vai rolando.

Próceres do afano, com a cabeça fria,
escoram uns nos outros, vão formando bando;
e o prazer da vida faustosa antegozando,
mesmo quando o povão, bravo, nas ruas chia.

Para que lamentar, se têm os bolsos cheios,
e quem sai às ruas é apenas a escumalha,
de revoltadas mulheres e homens feios.

Portanto, escorados nessa justiça falha,
manuseando a faca e queijo como meios,
por aqui vamos fazendo nossa bandalha.


sábado, 13 de janeiro de 2018

O Sétimo Mandamento

Um passo para frente, então, dois para trás
Este nosso Patropi se conduz sempre assim
Eis que a classe mandante, certo nada faz
Porque eles estão entretidos com o butim.

O sétimo mandamento, não roubarás
Certamente, para eles parece ruim
Mas cada prócer daqueles é bem capaz
De roubar, então dizer-se um querubim.

O destino desta nação não lhes importa
Desde que eles afanem infinitamente
Pois, para os ladrões, Inês já está morta
E quem mete a mão na bolada nada sente.

Eis que, todos são marginais de vida torta
Cuja estada no Parlamento é um presente.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

A vida nem tão secreta dos Porcos

George Orwell

(Uma homenagem a George Orwell e seu livro "A revolução dos bichos" )


Os porcos não livram a cara de ninguém
Os porcos pensam apenas em si e nos seus
Os porcos dizem que os demais são plebeus
Os porcos ao povinho tratam com desdém.

Os porcos, então, o maior poder detém
Os porcos se acham representantes de deus
Os porcos à probidade dizem adeus
Os porcos afirmam: só nós somos alguém!

Quem são essas suinidades, afinal?
Simples: deputados, senadores, e afins
Que sugam o país e difundem o mal.

Portando belas máscaras de querubins
Achacam, afanam, rapinam, o escambau!
Se você vacilar, roubam até seus rins.

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Facinorosos


A Justiça, com justiça, deu a tijolada
Pegou o político ladrão um tanto despido
Agora, cada qual fala que não fez nada
É homem puro, inocente de ter delinquido.

Renans e Collors, mais uma grande cambada
Encurralados, soltam apenas gemido
Porque fazem a lei para ser contornada
Dizem que parlamento está sendo ofendido.

Esses meliantes defendem-se com léria
Pois, surpresos com evento tão repentino
E contam a mesma transcendental estória:

Porque são tão pobres que beiram a miséria
E também honestos pelo poder divino
E, no congresso, não buscam sequer a glória.

domingo, 2 de outubro de 2016

Às urnas...

Ó ladrões do erário sob mantos régios
Vermes, que do povo vivem a roubar
E mais, nadando nos seus privilégios
Enquanto tratam povo como muar.

Da pátria só querem mamar as tetas
E sem nenhuma dor na consciência
Preocupam-se apenas com suas tretas
Da fome do povo não têm tenência.

Político é homem mais ordinário
Um monstrengo vil e desnecessário
Que vive só para meter a mão.

Então, se no mundo justiça houver
Vamos expulsa-los de seu mister
Nas urnas, dar-lhes um sonoro não.

terça-feira, 30 de agosto de 2016

No planalto central

Uma anta correu até seu triste final
E nada percebeu porque é arrogante
Agora, com corda no pescoço, afinal
Braveja seu grito altissonante.

Pessoalmente, personagem sem sal
Guindada por Lula a posto importante
Em tudo que fez acabou se dando mal
Aquela turrona assaz ignorante.

Pois hoje acaba seu burro reinado
Ela já está arrumando a bagagem
Com ela seguirá idiota postulado.

Leve para a longe essa ladroagem
Se possível, tenha Lula a seu lado
Este país precisa de reciclagem.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

De mãos sujas

Fico por aqui pensando com meus botões
Por que nessa política só tem ladrões?
Ó Petê, tu, que imagem de vestal vendias
Mas só tem larápios, rufiões e vadias.

Eles para seus problemas têm soluções
Porém não pensem que resolvem com tostões
Se as burras da Petrobras ficaram vazias
Não resultaram das ações puras e pias.

Por exemplo, Lula que metalúrgico era
Tem apartamento tríplex no Guarujá
E sítio rico e luxuoso que é quimera.

Afirma ele, que bens um amigo lhe dá
E que por se bondoso, ganha o que se espera
Porquanto homem um mais honesto não há.

sábado, 28 de novembro de 2015

Um dia a casa cai!

Às vezes até nos surpreende a justiça
Dá ao povão certa alegria inesperada
Ingente, contra o bandido, entra na liça
Vencendo a inércia taca-lhe barretada.

Invertendo aquela imagem de preguiça
Navega em água mansa quase parada
Assim acaba merecendo a grata missa
Cantada, tocada, linda, meio engraçada.

O Senador pego em completo flagrante
Mijando no pijama apavorado de medo
É, durante roubo, orgulhoso e elegante.

Diante da autoridade permanece quedo
Inquieto, amedrontado e meio cagante
Agora que lhe desvendaram o segredo.

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Me engana que eu gosto!


Com o fim das secas estamos felizes
E das enchentes em nossas cidades
E dos males ignotos, se é como dizes
Os amenos verões trarão felicidade.

Com todos os meliantes aposentados
Com o término de maléficas doenças
Com a maldade com o fim anunciado
Fortalecem nossos deuses e crenças.

Os candidatos para tudo têm solução
Pois são exímios mágicos na verdade
Tudo que for do progresso obstrução
Eles resolvem com maior boa vontade.

Eles prometem no calor da discussão
Anular para sempre a lei da gravidade.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Politicanalha


Dois candidatos frente a frente
Encarando-se até sem respeito
Baixarias e mentira inclemente
Assim Aécio e Dilma têm feito.

Tudo fazendo para se denegrir
Enquanto fazem e dizem nada
Politizando até mesmo o devir
Ora, na tela somente porrada.

Luta inócua entre dois poltrões
Íntimos de toda inconsistência
Tem zero respostas só senões.

Indiferentes a qualquer decência
Com que resolvemos questões.
Onde há político haja paciência!

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

A vida é bela!

Num lugar esconso muito distante
Existe país dum povinho inzoneiro
Onde poucos são gente importante
E maioria nem sequer tem dinheiro.

Mas, no planalto central dessa ilha
Políticos se locupletam o dia inteiro
Na terra/fantasia de nome Brasília
Climazinho corrupto bem maneiro.

Mas vai haver futebol nessa terra
Então deixa de ser encrenqueiro
E procure não iniciar uma guerra

Por que não há lugar prá vespeiro
Pois neste país que o povo se ferra
Há sempre o tal jeitinho brasileiro.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Limerique



Nesse mundão por aí a fora não sei
Mas num tal de Patropi vale ser rei
Existe um tal de QI
Que manda por aqui
E autoridades estão acima da lei. 

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Limerique



Iguais perante a lei, dizem os doutos
Se assim somos nos tornarmos soltos
Mas no país que é uma zona
Não é assim que funciona
Porque uns são mais iguais que outros.


quinta-feira, 6 de junho de 2013

Limerique



Roubo, corrupção e peculato
Por baixo do pano fazem trato
Transpiram seriedade
Roubam em sociedade
Mas o povo é que paga o pato.