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segunda-feira, 30 de maio de 2016

A merda continua

De Brasília emana formidável cheiro,
Lá onde o maldito caldeirão cozinha,
Não se sabe se da privada ele vinha,
Entretanto, embostece o país inteiro.

Tornou-se esta nação fedido bosteiro,
Que duma fatal catástrofe se avizinha
Entre merda e o político não há linha,
Mas um entrelaçamento verdadeiro.

Brazucas no exterior envergonhados,
Aos estrangeiros não têm explicação,
Por essa cagada em todos os lados.

Se bosta fosse bala e político canhão,
Garanto-lhes, eleitores acomodados,
A bem da pátria faríamos a revolução.