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domingo, 1 de outubro de 2017

Em Hamelin foi assim

Ao flautista, aquele séquito então o seguia
Pois eram todos carneiros, ovelhas e anhos
Mas mesmerizados com olhares estranhos
E Hamelin voltava a ter sua energia.

Flautista o Alfa daquela hierarquia
Condutor inequívoco de seus rebanhos
Que nunca havia visto destes tamanhos
Como toda essa população que então via.

Porém não diz a história que eram ratos,
Conduzidos para a morte na escuridão?
Mas, talvez, sejam diferentes estes fatos

Este flautista não era o bom sujeito não
Pois ele montou todos os tais aparatos
Prá roubar os ovinos, ele era ladrão!

sábado, 16 de abril de 2016

Bichos australianos

Rato marsupial

Realmente, pequeno rato pareço
A explicar, sequer sou placentário
Ter rabo de cavalo tem seu preço
O que me torna ser extraordinário.

Mas não digam que sou bichinho
Alimento-me de répteis e insetos
Radical, pois só vivo bem sozinho
Se tenho filhos fico mais inquieto.

Uma vida matreira, pois sou presa
Pulo como canguru e muito corro
Instinto aguçado é a minha defesa
Assim, não vivo pedindo socorro
Levo vida tranquila com destreza.

domingo, 6 de setembro de 2015

Que bicho sou eu?


Quando eu surjo elas sobem na cadeira
Apavoradas, as mulheres berram no ato
Num frenesi estranho sem eira nem beira
Que outros consideram o maior barato.

Não há no planeta, humano que me queira
Desprezo que sentem é grande e imediato
Porque vivo no monturo, no lixo, na poeira
E meu maior inimigo é um sorrateiro gato.

Faço ninhos de trapos e restos de esteira
Me escondo em vão e até em velho sapato
Para minha segurança evito fazer besteira.

Prefiro morar na cidade bem longe do mato
Sou considerado praga nesta nação inteira
Para quem não sabe, sou o execrável rato.