Mostrando postagens com marcador Rosas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Rosas. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Essas rosas...

As rosas sugerem cor e alegria
Ao despertar no albor da manhã
Porque sua existência não é vã
Mesmo a dormir numa noite fría.

Eis uma flor que a tudo desafia,
Então pela qual se pode virar fã
Flor da freira, donzela e cortesã
Quando vista torna feliz seu día!

Olem, e nos seduzem as rosas,
Seu perfume é amor e turbilhão
E nem são convencidas, prosas.

Querem ser vistas, eis a questão
Porque parecem flores vaidosas
Que se avistadas não fenecerão.

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Jardinar

Confesso, tenho olhos de jardim
No qual nasce flor e voa inseto
Borboletas aqui pousam em mim
Sem se importar com meu veto.

Flores ingênuas são tão prosas
Como gerânios e lindas rosas
Em meus olhos como moldura
Fazem deles gloriosas pinturas.

E aqui também há erva daninha
Que é vivo ônus que se instala
Onde há plantas ela se aninha.

E se deixar até jardim ela abala
E diz, essa plantação é minha,
Quando quero o pássaro se cala.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Soneto-acróstico Rosa sangue


As rosas são puras por definição
Respeitando regras pela tradição
Elas se definem nas suas cores
Gravitam coloridas onde tu fores.

Regras por seu lado e sua função
Assinalam um rumo, uma direção
E quando chega o período certo
A rosa então terá o corpo liberto.

Sem fugir daquilo que é prescrito
Regulamenta o seguir dessa vida
O corpo da rosa pois dá seu grito.

Sangra vermelho a rosa fendida
Assume a cor que seria um mito
Sabendo que é viagem só de ida.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012