De novo
era aquele menino
De novo falava com bichos
Não fazia nenhum desatino
Havia encontrado seu nicho
No rosto
não lhe faltava riso
Cantar como badalar de sino
De quem agora perdeu o siso
Impossível? Não, era destino.
Sem medo
de cair no abismo
No pé de manga agora subia
No mundo não havia sismo
Ele
sempre alegre se sentia
Sem medo sem pessimismo
Viver assim era o que queria.
Viver assim era o que queria.