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quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

O tempo manda

É junho quando menos se espera
E parece ter sido ontem, contudo
Que traz esperança de nova era
Começou janeiro e já era entrudo.

Para deter o tempo não há como
É ele muito impiedoso e arrogante
Se mais um aniversário eu somo
Um ano chega a seu fim num instante.

Então vamos nos submeter ao ano
Já que ser avesso a ele não nos acode
Mas o tempo impera e não há engano
Porque contrariá-lo não se pode.

Os doze meses ao subir o pano
É tempo prá viver que nos sacode.