Mostrando postagens com marcador Cabral. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cabral. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Farsa cabralina

Um navegante que não estava a procura,
e pensava encontrar já conhecidas plagas;
diz ele que encontrou traiçoeiras vagas,
que o trouxeram a estas terras da fartura.

Cabral parecia infenso a quaisquer pragas,
mas, tentava alguma navegação pura;
contudo, independente daquela postura,
o trono espera que boas notícias tragas.

Assim topou com gente de pele dourada,
que habitava o continente há milênios,
surgiu no horizonte como uma alvorada.

A troco de vidrilhos quis fazer convênios,
extorquindo os nativos sem lhes dar nada:
-Minha gente, nós lusitanos somos gênios!

sábado, 28 de janeiro de 2017

Milionário e picareta



Capital e pobre, unidos em falcatrua
Numa escalada sem limite, em amplo espaço
Numa grande roubalheira indescente e crua
Ledos ladrões coligados num pacto de aço.

O erário deste país fluiu em teu regaço
Grana que conseguiu pegar já não flutua
Porque o cânon desta nação é muito lasso
E enquanto houver petê o roubo continua.

Eike, dos carros caros e mulher bonita
És rei da cocada preta não sei até quando
Mas, até ontem, estavas muito bem na fita.

Agora a peéfe, o procura, está no comando
E tua condenação no livrão foi escrita
Não só de ti, mas até do chefe do bando.