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segunda-feira, 17 de julho de 2017

Efeito borboleta

Acode-me inquietação toda hora
Roubando alguma paz da minha mente
Perturbando a resplendência da aurora
E a perturbação o cérebro pressente.

No caso, volta ao presente demora
Porque, não há tempo suficiente
E prefiro uma inspiração aqui e agora
Mas nada muito ácido, muito quente.

Talvez, algo assim sobre a doce vida
Vida humana, colada ao Planeta
Que apesar boa as vezes é doída.

Não há desatino que se cometa
Pra violência, penso, não há saída
Acontece, pelo efeito borboleta.

terça-feira, 13 de junho de 2017

Talvez

Dentro, alguma inquietação me habita
Talvez presa, como na jaula uma fera
Eu sonho que esse desassossego espera
Que será usado numa melhor escrita.

Mas quando um dia eu estiver bem na fita
Querendo, por certo, agradar a galera
Ou produzir texto como nunca fizera
É isso! Já sei porque existo! meu ego grita.

Feita a prima obra, a inquietação se esgota
Pois não mais se justifica a sua existência
Acalma-se o ânimo, vai embora o furor.

Daí, sinto que talvez cumpri minha cota
E, no meu imo, desapareceu a insistência
De modo que sou bem sucedido construtor.