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segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Meu cérebro


Nesta mente, sinapses peregrinas
De minhas volutas encaracoladas
Massa encefálica desmemoriada
Dum cérebro como a subir colinas.

Ah! aquelas lembranças matutinas
Vindas de recordações esticadas
Misto de coisas nenhumas e nadas
Insalubres como áridas salinas.

E não existe pensamento ingente
Que ocupe plenitude desta mente
Numa conspiração, assim, genial.

Elevada de maneira admirável
Mostrando este cérebro saudável
Que eu gostaria de ter, afinal.

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

O pensamento

Algo flamejante, como um pulsar
Sinapses insanas, boom de ideias
Umas recicladas. Outras? Estreias!
Fluxo contínuo, um nunca parar.

Cataclismo orgânico, tal vulcão
Um moto perene dentro da mente
Parece ser convulsão permanente
A qual, certamente, não dorme não.

Evento maior, criador de mundos
E transforma tudo em poucos segundos
Alterando o material e a história.

Sem ele no planeta nada acontece
Pode ser considerar uma messe
Para horror, para nada, para glória.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Pensar, é só pensar!


De onde vem ela, como se auto executa?
Vem de sinapses estranhas e misteriosas
Que revolutam em circuitos a força bruta,
Como dos botões desabrocham as rosas?

Vem de neurônios ativados para boa luta
Que formam vastíssimas redes nervosas,
Tremendas complicações iguais a volutas
Que liberam interveniências maravilhosas.

Vê-se que estou falando de algo fenomenal
A qual permite movimento e até verborreia
Sem a qual seríamos um primitivo animal.

Com Homo sapiens essa qualidade estreia
De repente inexiste no Planeta bicho igual
Estou falando do advento da icônica ideia.