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terça-feira, 13 de dezembro de 2016

A virtuosa

Mulher de Pero Rodrigues, Maria
Metendo-lhe os chifres ela vivia
Na rua todos apontavam o corno
Que, parece, na cama era morno.

Maria, mulher com fogo na bunda,
Trepava de segunda a segunda.
E nada mais lhe importava afinal
Enquanto pudesse chupar um pau.

Mas jamais esquecia seu querido
Que a deflorou no passado, um dia
Falava dele com olhar compungido

De moral ilibada era aquela vadia
Falava muito bem do corno marido
Enquanto debaixo do amante fodia.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Trepar é preciso

Pois existe momentos nesta vida
Que o emocional excede a razão
É quando a sexualidade incontida
Acorda o nosso dormente tesão.

Quando ela, feromônios espalha
Nossa cabeça inferior desperta
E por simples dá lá aquela palha
O velho culhão na cueca aperta.

É uma reação perfeita, natural
Que ao homem deu a natureza
Porquanto este ser é um animal
E quer trepar com maior certeza.

Foco pois numa trepada normal
Como rapace comendo a presa.