À frente daquela cambada de jumentos
Soprando
sedutora melodia, o flautista
Da enganação,
roubo e fala, é um artista
E os seguidores
erigem-lhe monumentos.
Daquele trisre
reinado, já foi mandante
Roubou tanto,
que hoje o reino está falido
E, mesmo assim,
militontos lhes dão ouvido
Porque somente reagem
a seu talante.
Agora o
flautista quer voltar ao poder
E, para isso,
conta com enorme burrice
Que os trouxas
apedeutas parecem conter.
Parvoíce endêmica
por aqui, se disse
E, sinceramente, não
há como não ver
Flautista, o
cavaleiro do apocalípse
