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sábado, 20 de agosto de 2016

Manda quem pode


Uns mandam outros não, claramente
Há aqueles que exercem um domínio
Sobre algum outro que apenas sente
E nenhum uso faz do seu raciocínio.

Meios de comunicação, nitidamente
Nesta sociedade não ficam parados
Ficam no controle de nossas mentes
E nos tangem obedientes como gado.

Daí somos vítimas não tão inocentes
Pois para nossa suprema infelicidade
Fizemos essas máquinas inteligentes.

Então independente de nossa vontade
Mais as máquinas mandam nas gentes
E é assim que caminha a humanidade.

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Nós robôs


Olharmos para robotização convém
Aos poucos nos parecemos ciborgues
Futuro de nós robôs avariados advém
Cujo destino é sucata e não morgue.

Seremos meio máquina e meio gente
Nosso cérebro tomando as decisões
E a máquina escrava completamente?
Não sabemos, e aí reside os senões.

Devemos portanto acumular medo?
De um dia máquina rebelde nos matar?
E passar então, a escrever o enredo?

Acho que não há por que se preocupar
Se houver perigo, pressionemos o dedo
Naquele providencial botão de desligar.