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domingo, 2 de outubro de 2016

Às urnas...

Ó ladrões do erário sob mantos régios
Vermes, que do povo vivem a roubar
E mais, nadando nos seus privilégios
Enquanto tratam povo como muar.

Da pátria só querem mamar as tetas
E sem nenhuma dor na consciência
Preocupam-se apenas com suas tretas
Da fome do povo não têm tenência.

Político é homem mais ordinário
Um monstrengo vil e desnecessário
Que vive só para meter a mão.

Então, se no mundo justiça houver
Vamos expulsa-los de seu mister
Nas urnas, dar-lhes um sonoro não.