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sexta-feira, 11 de novembro de 2016

O monstro


Direitista, xenófobo, racista
O menos ao cargo qualificado
Nunca mais será o povo otimista
Aqui temos: milionário abobado
Logo, chamemos um bom exorcista
Deus, diz ele, é seu subordinado.

Terá corrida às armas agora
Rumo a um futuro desconhecido
Uma batalha qualquer não demora
Megalômano, o escroto tem sido
Perdeu-se felling na melhor hora.

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

O mal venceu!

Besta do Apocalipse

Rude, egocêntrico, burro, hirsuto
Do apocalipse, verdadeira besta
Polidez nenhuma, caráter bruto
A paz no mundo agora vai pra cesta.

É do capitalismo, maldito fruto
Da política vai fazer desmonte
O resto do Planeta está de luto
Suas tropas se preparam pro fronte.

Esta besta humana sobre a terra
Do mundo tem nas mãos o maior poder
E quem aposta num caos não erra.

Pois é belicoso, o estranho ser
E vai providenciar sua guerra
Quem esperar não deixará de ver.

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

666

Rufião Trump

De fato, energúmeno platinado
O supra sumo da burra direita
Nem sequer convence o eleitorado
A acreditar na sua tosca seita
Logo este bobo Biff degenerado
Deitará na bela cama mal feita.

Também, o consciente republicano
Repugna esta sua insana proposta
Um momento qualquer de algum ano
Muitos, vendo que Trump é um bosta
Porão um stop no besta desumano.

domingo, 2 de outubro de 2016

Às urnas...

Ó ladrões do erário sob mantos régios
Vermes, que do povo vivem a roubar
E mais, nadando nos seus privilégios
Enquanto tratam povo como muar.

Da pátria só querem mamar as tetas
E sem nenhuma dor na consciência
Preocupam-se apenas com suas tretas
Da fome do povo não têm tenência.

Político é homem mais ordinário
Um monstrengo vil e desnecessário
Que vive só para meter a mão.

Então, se no mundo justiça houver
Vamos expulsa-los de seu mister
Nas urnas, dar-lhes um sonoro não.

domingo, 26 de outubro de 2014

Vamos às urnas!


Vamos às urnas votar obrigatório
Outra coisa não recomendo fazer
Também sonhar futuro transitório
Onde vai imperar o ócio e o lazer.

É votando que chegamos a nada
Dois candidatos sem algum nexo
Ou rejeitamos essa dura parada
Como vítimas que somos do sexo.

Aquele que ganhar nos foder vai
Resta-nos então relaxar e gozar
Ansiando que seja mamãe papai.

Logo saberemos quem vai ganhar
Homem ou a mulher um deles cai
O outro vai direto na nossa jugular.

sábado, 25 de outubro de 2014

Aos indecisos

Àqueles indecisos aproveito ensejo,
Sugiro atirar para o alto um vintém
Usualmente como se externa desejo
Respeitando seu resultado também.

Não espere milagres, mire os fatos
Apenas se moeda de volta não cair
Sufrague qualquer dos candidatos
Então aguarde por um inepto devir.

Longe do escrutínio de outra gente
Em seu nicho de voto assim secreto
Imagine-se eleitor deveras influente.

Torne-se um militante eleitor-objeto
Ousado, dono de voto inconsciente
Restaure regime de ladrões repleto.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Aqui no Patropi

Ontem vivíamos só de esperança
Brasileiros sonsos amesquinhados
Realmente tratados como crianças
Apenas em campanhas lembrados.

Somente silêncio da urna emana
Implacável silêncio de abastança
Logo que eleito político dá banana
Povo elege a espera de mudança.

República de faz de conta isto sim
Exemplo de país das maracutaias
Condena-se pobre a comer capim
Ignorando homem público as vaias.

Salve, salve esse lindo pindorama
Aonde a Lei de Gérson é adotada
Menos vale realização que a fama
Uns se locupletam e a outros nada.

Dizem-nos que isso muda um dia
Até cremos tal como quem herda
Ricos, felizes e cheios de alegria
Porém continuamos nessa merda.

Assim caminha nossa triste vida,
Rico roubando a comida do pobre
Animado porque ele sabe a saída
Vestindo manto que tudo encobre.

Insisto em dizer, esperança não há
Vejo à nossa frente futuro nenhum
Esperar portanto para ver o que dá
Resulta em volatizar igual ao pum.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Vamos às urnas!

Vamos às urnas!
Aqui fazem do voto uma obrigação
Pois esse sistema assim nos cobra.
Vamos colocar político no panteão,
Somos apenas massa de manobra.

Por tudo isso acredito nesta nação
O político no Planalto se refestela
Enquanto falta rango para o povão
E pobre raspa o fundo da panela.

Vamos todos louvar a democracia
Que retira o conforto das pessoas
Para aos mandantes dar mordomia
E colarinho branco sempre perdoa.

Mudar para Uruguai pois eu queria
Então lá por muito tempo viver a toa.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Voto útil


Penso em quem votar nessa eleição
Isso me causa certa dúvida profunda
Candidatos são muitos, gera confusão
Todos são bons, inclusive o corcunda.

Não existe os melhores, todos os são
Exaltam dons de segunda a segunda
A si próprios dizem sim, a outros não
Enquanto este país no caos afunda.

Contudo sufragar é minha obrigação,
Mas não vejo saída nessa barafunda
Que candidatos geram na televisão
E não tem como sair dessa rotunda.

Ao invés de ficar com o voto na mão,
Melhor é com o voto limpar a bunda.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

A volta da inquisição


Confesso, política nunca foi meu forte
Embora assunto sério de vida e morte
Meus comentários poderão não valer
Porém sou brasileiro, tenho que dizer:

Se e quando elegermos pra presidente
Marina criacionista ultra intransigente,
Será deste Pindorama a maior besteira
E não digam: não é isso que se queira

Marina uma religiosa fundamentalista
Prega aos ventos um avançado atraso
E seu objetivo da modernidade dista,
E do sol da liberdade será um ocaso.

Se obscurantismo vencer, faço a pista
Pra República do Uruguai então eu vazo.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Copaleição


Pois sabem eles o que fazendo estão
Coincidente com esse ano de eleição
Contratando copa de futebol mundial
Porque no Patropi vale bola e carnaval

Têm certeza que memória não se herda
Tudo esquecemos neste país de merda
De ontem, político de corrupção acusado
Pelo nosso voto, hoje será consagrado

Nada adianta ficar reclamando então
Porquanto os colocamos no congresso
Pois eleitor se comporta como bobão

E os bandidos ao dinheiro têm acesso.
Lembro, para bem de todos e da nação
Nunca mais votem neles, eu lhes peço.