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sábado, 8 de outubro de 2016

Christmas

O ano inteiro, de janeiro a novembro
Move-se o mundo em rítimo normal
E das festas finais sequer me lembro
Só que chega dezembro vem o natal.

Dia que toda a família, cada membro
Obedece aquela redenção comercial
E como que não havendo o setembro
Sai da conformidade a dar com o pau.

Tudo vira presente, tudo vira messe
Risos, comemorações e falsa alegria
E como dívida em janeiro não tivesse.

Só que enquanto quase toda gente ria
Sob essa falsidade instala-se estresse
Então vale a pena gastar energia?

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

2016

Que o ano tenha sido bom ou ruim
Uma ótima jornada a seguir venha
Ao menos se espera que seja assim
Nada a obstar que se faça resenha.

Dois e dois sendo quatro continuará
O que muda são nossas resoluções
A cada dia, um dia mais velho está
Contra o que nunca existirá opções.

Ah! Um ano tão cheio de esperança
Basta que com afinco então se lute
Assim não se deve desistir da dança
Resistindo ao medo, virá o desfrute.

O ano virá sim, independente de nós
Apenas façamos bem a nossa parte
Nada nos diz que estaremos a sós
O melhor que fique, o pior, descarte.

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Christmas

O ano inteiro, de janeiro a novembro
Move-se o mundo em rítmico normal
E das festas finais sequer me lembro
Só que chega dezembro vem o natal.

Dia que toda a família, cada membro
Obedece aquela redenção comercial
E como que não havendo o setembro
Sai da conformidade a dar com o pau.

Tudo vira presente, tudo vira messe
Risos, comemorações e falsa alegria
E como dívida em janeiro não tivesse. 

Só que enquanto quase toda gente ria
Sob essa falsidade instala-se estresse

Então vale a pena gastar essa energia?

domingo, 5 de julho de 2015

Acróstico


Tem épocas de muito trabalho duro
E outras de festas, de brincadeiras
Mas pra que permanecer no escuro
Porquanto existe mês de fogueiras?

O mês de junho tem brilho, asseguro
Deixa animadas as pessoas festeiras
Empenhadas num homenagear puro
Fogueira de São João a noite inteira

O que era alegre, hoje o é nem tanto
Gastar madeira oriunda das florestas
Um crime ecológico digno de pranto
Então, como iluminar nossas festas?

Incinerar a mata jamais, eu garanto
Recorrer a mata plantada nos resta
Assim um olho na lei outro no santo.
Seguindo caminho da pira honesta.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Soneto-acróstico Ao natal


Ou se comemora o evento ou não
Nem pai, mãe, irmão, avô ou neto
Aguardam seus presentes em vão
Talvez é a maior festa por decreto.

Assim há que ter muita disposição
Lembrar também o amigo secreto
Comprar lembranças de montão
O cabedal de presentes completo.

Nosso festejo será normal, correto
Com todos os parentes em união
Reunidos na festa sob mesmo teto.

E aguardamos bem ansiosos então
Trata-se do melhor natal concreto
Onde todos muito animados estão.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Festas

Festas

Pois nada de novo no fronte, afinal
Porquanto assim são os fins de ano
Todos comemorando esse tal natal
E dia que finalmente desce o pano

Criança ganhando seus presentes
Nós todos fingindo intensa alegria
Porém no fundo de nossas mentes
Sabemos que é tudo mera alegoria

Consola-nos saber que tudo é festa
E que o ano que entra melhor será
Olhar para frente é o que nos resta

Queiramos ou não outra festa virá
Tão certo como como nos veio esta
E só quem antes morrer não a verá.