sexta-feira, 8 de abril de 2016

Mocreia no Planalto

Bunda colada na cadeira, a megera,
Donde comanda toda a bandidagem
Não percebeu que seu tempo já era
E que, por tola terminou sua viagem.

Vai ó Dilma, que o pijama te espera
Contra teu crime não há blindagem
Você e o Petê são apenas quimera
Que não merecem nem reciclagem.

Teu maior erro foi a incompetência
A qual não merece nenhum perdão
Suma, pois acabou nossa paciência!

Vai e leva com você esse beberrão
Símbolo de sordidez, de indecência,
Que vendilhou sonho falso ao povão.

O sapo ataca novamente!


Ele mudou-se para o planalto central
De verde\dourada faixa presidencial
E mostrou que de política sabia tudo
Mesmo destituído de qualquer estudo.

Em virtude, nas elites mandava o pau
Vendia imagem de político imparcial
Era o monumental embuste contudo
Um mentiroso vulgar o sapo barbudo.

Agora é um ex futuro ministro quase
Cheio de empáfia no hotel em Brasília
Onde de mutretas montou sua base.

Arrogante, parece que vive numa ilha
Mercadeja almas para uma nova fase
Lá onde sua estrela novamente brilha.

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Bichos australianos

Corvo australiano

Crocito como os meus iguais
Ouso falar como o papagaio
Reservado não serei jamais
Voo entre árvores como raio
O que eu tenho? sou demais.

Ouvido lá no Planalto

Os infiéis querem me apear do poder
Para isso usam argumentos injustos
Porém, eu não caio por não merecer
Coopto todos, não importa os custos!

Para isso sei o que fazer exatamente
Mostrarei ao parlamento como se faz
Eis que molharei a mão dessa gente
Com aquela dinheirada da Petrobras.

Então, calarei a boca dos detratores
Com argumento de bufunfa sem igual.
Sem me gostar vão morrer de amores!

Pois sou maquiavélica, feiosa e mau
Eu conheço muito aqueles senhores,
É trata-los com grana ou vão pro pau.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Bichos australianos



Cada bicho com seu particular
Assim, sou ranzinza e solitário
Se há proximidade vou atacar
Uma ave qualquer é adversário
Aqui, eu sozinho vou almoçar
Reservado como um templário.

terça-feira, 5 de abril de 2016

Flora brasileira na Austrália



Posso não ser ilustre como a manga
Inclusive nem sequer sou comercial
Tenho a aparência de bela missanga
Adaptada, estou na Austrália, que tal!
Numa praia de Noosa, nua sem tanga
Gostosa, vermelha, bastante sensual
A você que não sabe, sou a pitanga!

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Bichos australianos

Australian Wild turkey

Por causa do Homo sou quase urbano
Em ninhos monumentais me multiplico
Resistente, adaptável peru australiano
Uma vida na mata, um pouco na rua fico