Chora e resiste esse bandido safardana,
enquanto no cárcere ainda não
arriba;
as algibeiras dos ladrões encheu de grana,
teme porém, República de Curitiba.
Veste calças, e, de longe parece homem,
porém, tremendo covarde que sempre fora;
ao ser condenado, seus tais brios somem,
e demonstram sua
conduta enganadora.
Mas, arrogante, roubou e se diz
inocente,
deixou roubarem e não sabia de nada;
deixou roubarem e não sabia de nada;
faliu o país, e hoje cada
cidadão sente.
E não admite que está no fim da
estrada,
pensa-se especial então, o ex presidente
mas é somente condutor de uma burrada.