domingo, 20 de abril de 2014

Ápice da criação


Ora direis, com certo espanto talvez,
Como então na humanidade não crês?
Pois eu, tranquilamente vos esclareço
Pelo Homo sapiens não tenho apreço.

Porquanto ele é seu próprio inimigo
Apenas preocupado com seu umbigo
E que tudo mais pouco lhe interessa,
Porquanto nunca convive, tem pressa.

Direis, mas isso não faz sentido algum!
Então o tal humano é autodestrutivo?
Sim, se matará até não existir nenhum.

E vos direi: acha-se o maior ser vivo,
Mas, do Universo, é um mero “pum”
Este que mata sem qualquer motivo.

Um comentário:

  1. Muito bom, caro amigo, poeta, Jair. Um abraço. Tenhas uma boa noite.

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